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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Historia da Subdimensão

Tudo começa ali em Osasco, cidade cinza da grande SP, onde existem poetas, atores, atrizes e músicos vagando por suas vielas e bares, onde pensadores de boteco se reúnem para passar o tempo e copo a copo, entendê-lo...

Nos porões de Oz, a Subdimensão nasceu com o propósito de fazer canções gigantescas e progressivas, indo contra todo cenário da época e atual. Essa tendência pode ser notada em canções como “Rádio Mantra” e a até agora não gravada “Ondas Eletro-Magnéticas”.

Essa vertente perde força com a saída de nosso primeiro baterista, Silas Sousa, que foi substituído por Demetrios, até a 1º desmontagem da banda, quando Reibass um dos fundadores da Sub, sai de São Paulo. Isso acontece em 2002. Encerramos temporariamente as atividades.



Em 2005, a Sub retoma os planos, dessa vez mais rock´n´roll, e com a volta de Reibass, chegam mais dois integrantes, Denis Soria na segunda guitarra e Alex Coutinho na bateria. Essa formação persiste até o inicio das gravações do primeiro CD da banda em 2007. Devido alguns problemas particulares, Denis sai da banda e não participa da gravação do CD, com exceção da canção “Um Soneto para Cleópatra” onde deixa sua marca num riff incluído no arranjo da final.

Todo o CD é arranjado pelo três integrantes e Alexandre de Lara assumi a gravação de todas as guitarras, teclado e a produção do trabalho, que é gravado no Anjos Studio em Osasco e no Sub Home Studio.

Em 2009, o CD é lançado e neste momento chega JR, assumindo a outra guitarra, e trazendo novas influências e conceitos que passarão a fazer parte da trajetória da banda.

Com o lançamento do CD, a Subdimensão começa a chamar atenção pelo tom que caracteriza seu primeiro trabalho e com disponibilidade das faixas no site Palco MP3, foram mais de 20 Mil ouvintes e um número considerável de downloads, além da venda física dos CDs e rádios virtuais que tocam músicas da banda.

Mesmo assim, a divulgação ainda é deficiente e os espaços para shows extremamente reduzidos para bandas com trabalhos autorais.

Contra todas as tendências de moda, banalização da música, a Subdimensão continua sua estrada tendo o idealismos e a liberdade autoral, como sua marca, e em 2011 preparamos um trabalho completamente inovador e diferenciado, onde o tema principal será a “vida e os mais profundos sentimentos humanos”

Nos ajude a fazer essa história, post aqui sua opinião sobre nosso trabalho ou sobre qualquer coisa que você ache importante.

Continua...

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Quanta bosta o ventilador aguenta?


Acabei de acessar uma promoção de um refrigerante zero e um site, onde selecionaram 10 bandas para um evento, sei lá qual e...Meu Deus!!!Estão transformando o rock nacional em uma papa de quiabo!!!Será que não existem mais bandas com textos inteligentes, engajadas e com o mínimo de apelo crítico? Você ouve o som dessa muleKada, amamentada no leite ninho, e se depara com uma "Ode as Espinhas", namoradinhas que saem com outros, tolices de mauricinhos, baboseiras sem sentido, e o pior, há um complô global, pois são rádios, TV´s, críticos, jurados, todos elevando essa categoria como ROCK´N´ROLL!!!! Isso nunca foi e nunca poderá ser Rock´n´Roll.
Galera, vamos acordar!!! Eu faço rock, por ideologia, por amor, pela música, e na minha geração, era da periferia que vinham as grandes bandas, não eram os filhinhos de Papai fazendo roquinho rebelde para pegar menininha!!! Eu posso falar pois nasci em Osasco, e ali ainda é celeiro de grandes artistas que continuam como nós nessa estrada, a diferença é que falamos de uma realidade cotidiana e feita de lutas, não é o Arco Iris pintado nesses programas e séries de TV´s, que expõe a juventude a beira da piscina, com seus rostinhos bonitinhos, preocupados com a balada de fim de semana, é um outro mundo, que nem sempre dá audiência, pois o patrocinador prefere investir na venda de um sonho perfeito, do que te transformar em um questionador da sua realidade. Nos anos 80, vínhamos de uma ditadura,a juventude idealista ainda respirava o ar da liberdade e naquele momento o neo-liberalismos, ou globalização, ainda não exercia a influência de mercado no Brasil, pois nossa economia era pífia, por isso que a música e as artes ganharam força, pois a mídia não se "vendia" e as produções eram fundamentadas em dar voz a todos os artistas, independente de estilos, a diversificação faz bem para cultura, e o Rock teve seu espaço, muitas bandas passaram sua mensagem, a MPB, o Samba, a música POP, enfim, não existia essa reserva de mercada direcionada a pintar o mundo perfeito. Hoje, são raros os casos onde rádios não cobram Jabá, onde a TV não seja integrada a produtos e público alvo, e nesse mar de lama, monta-se um belo de um circo, com muita "mãozinha para cima", bandinhas de verão lançando músicas grudentas, enquanto grandes empresas faturam mais,o governo monta o trenzinho da alegria e ao ligar a TV, você fica hipnotizado com a "beleza" daqueles jovens que cantam sua música predileta, enquanto engole seu arroz com quiabo.
Só para encerrar, globalização é a política de expansão do capitalismo, subindo um nível onde grandes coorporações passam a controlar a economia de países inteiros e a única preocupação que possuem é o lucro. Indiretamente sua vida esta sendo controlada, pois esses grupos decidem como vão te pagar menos a cada ano, para lucrarem mais, o que vão patrocinar na TV para lucrarem mais e que moda vão lançar no verão, para que você gaste seu dinheiro, e como sempre, lucrarem mais.