quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Epilogo



Todos os que nascem um dia vão morrer
Todos os que choram devem sorrir
Todos os que comem, devem passar fome
Todos os que vêem, um dia verão tudo
Todos os que sofrem, sabem por que
Todos os que querem, devem viver.

Nome


O fim da noite começa
quando chegam para mim,
noticias de velhas promessas
sobre o futuro que eu descobri.
Em cartas feitas de lendas
por um poeta que não sabia ler...

O nome da noite é loucura
a loucura de não entender

Os quadros na parede não se movem
as paredes ouvem,
por mais silêncio que façam
seus pensamentos gritam.
Memórias uivam no espaço
devaneios servidos com delírio.

O nome da mente é mistério
O Mistério que esta em você.

Os mortos saem das covas
as tropas invadem os becos.
As estatuas derramam lágrimas
os cães ladram com medo.
Bruxas voam insanas
os arranha céus são os novos templos.

O nome de Deus é homem
O homem com a face de Deus.

Avenida Brasil



Alarmes nos bancos e nos prédios reféns
Crianças famintas não dizem amém
Deputados se vendem, banqueiros pagam
E assim cresce o porco que explora seus escravos.....

Meninas nas ruas vendem o corpo,
E quando ficam grávidas, fazem aborto.
Um pobre miserável em seus últimos momentos
Vê na vitrine um tão sonhado alimento.

Não tem dinheiro vai morrer, não tem valor não é ninguém.

Conformado com a situação,
O pai se joga em um balcão,
O álcool faz esquecer os filhos,
Morrendo por falta de médicos....

Remédios, sonhos ,ideais,
Esperança, luz e um pouco de paz.

Não tem dinheiro vai morrer, não tem valor não é ninguém

Rádio Mantra



Entramos em Alfa
Ao som do mar
O relógio não parou, estou fora do ar....
Jazz, vodka, doentes mentais,
Profetas falam em latim, notícias de dias reais.

04:12hs da manhã, 34º Graus!
Mísseis passam por aí, e eu só penso em você!
Nunca houve explicação
Para a vida inicial,
Somos feitos de nada e não temos para onde ir.

Revés






Uma vida, uma voz, um grito
Que ecoa entre o concreto e os vidros.
Da metrópole que encolhe seus filhos
Transformando em números nosso destino.

Não existe vida, para quem ignora
Não existe paz para quem não tem alma.

Eu sou o frio, de suas noites aquecidas
Eu sou a dor de suas alegrias
Eu sou o medo em seus sonhos de grandeza
Eu sou a fúria, dentro de sua cabeça.

Não desistir, e revelar os falsos
Que controlam o que penso e o que falo,
Não finjo, não minto, não esqueço,
Eu encaro, eu discordo, eu sei o que estou vendo!!!

Não existe vida, para quem ignora
Não existe paz para quem não tem alma.

Eu sou o frio, de suas noites aquecidas
Eu sou a dor de suas alegrias
Eu sou o medo em seus sonhos de grandeza
Eu sou a fúria, dentro de sua cabeça.

Um Soneto para Cleópatra




Visões
Alquimias
O elixir de lilith
Os olhos do Nilo contemplam a noite
Na reverência ao fogo
A dança enlouquece,
Sob areias escaldantes.

Eu sou o Deus contido no vinho
Lhe darei a noite por gratidão
Outros ventos me trazem a lucidez
O milenar equilíbrio entre a emoção e a razão.

A Hipnose começa
A dança começa
A minha alma é sua!!!

O Labirinto me leva ao seu encontro
Os olhos do Nilo contemplam o fogo
A minha alma é sua.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

A Era da Onstaquecinia

Blofidius demerius orguntun, dritebrei famagos inunsos menticuoatrum eletrois fran demesiteius dejun clonamacios bevei. Eguiéla nom drustriem malosias fanalticos.Vida nute monoficios acidom ce te frutamol alimentivius onstaquecinia seu destino.
olobus jum tecono desprever ona dimunuvibetucalofracio execumo setrade nou ira tentro mulicias deve mundo caótico este drutino finaquecio dengre hu vitorialama marciqueismocampa sentri fron morgoivilania injutres quotol numolo polnimaterialismo vênus de noute cledi max seu sued fatico caos.